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Com uma pequena amostra de sangue é possível avaliar uma série de hormônios responsáveis pela fertilidade feminina. Hormônios como FSH (hormônio folículo-estimulante), LH (hormônio luteinizante), estradiol, progesterona, prolactina, testosterona, inibina B e HAM (hormônio anti-mülleriano), por exemplo, são capazes de demonstrar como está a capacidade de ovular de uma mulher. Alguns, como é o caso do hormônio anti-mülleriano, estão relacionados à avaliação da reserva ovariana, ou seja, refletem a quantidade de folículos e óvulos ainda disponíveis.
Por exemplo, uma dosagem alterada dos hormônios FSH e/ou anti-mülleriano pode revelar que o número de óvulos disponíveis pode estar diminuído, redução esta acima da esperada para a idade da mulher. A dosagem de algumas substâncias, denominadas marcadores, também podem ser solicitadas, um deles é o CA 125. Embora careça de precisão e esteja implicado em uma série de outras alterações, o CA 125 é usado também na investigação de endometriose. Alguns anticorpos podem ser pesquisados na corrente sangüínea. Os específicos para a clamídia, principal germe causador de alterações nas trompas, podem revelar um contato antigo (IgG) ou recente (IgM).
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